sábado, 30 de maio de 2015

Distribuidoras de energia esperam para 6a-feira decreto sobre renovação de concessões


Reuters
RIO DE JANEIRO (Reuters) - Distribuidores de energia aguardam para sexta-feira a publicação de decreto do governo federal que trata da renovação de concessões do setor, para que o texto possa ser debatido antes do fim da concessão de algumas empresas, afirmou nesta sexta-feira o presidente da entidade que representa o segmento, Abradee, Nelson Leite.
Segundo ele, o prazo para se discutir a renovação da concessão e para que as empresas apresentem suas propostas com base no decreto está "extremamente apertado".
Segundo uma fonte do governo federal que acompanha de perto do assunto, é possível que o decreto saia mesmo na sexta-feira, considerando que o texto está praticamente pronto e a presidente Dilma Rousseff já pode assiná-lo.
A partir de julho começam a vencer as concessões de distribuidoras dos grupos Eletrobras, Energisa, CPFL e de empresas estaduais como CEB, Celesc, Copel e outras.
A renovação das concessões é um debate que vem sendo travado pelo governo federal e setor há alguns anos. Na quarta-feira, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que o decreto sairia nos próximos dias.
"Estamos correndo contra o tempo, porque em 7 de julho já começam vencer algumas concessões", disse Leite à Reuters durante o Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase).
Para respeitar o prazo regulamentar, o decreto tem que ser apresentado antes da reunião de diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que acontece semanalmente às terças-feiras. Após o assunto ser levado ao colegiado da agência haverá prazo de um mês para que seja feita audiência pública sobre a renovação das concessões.
"A expectativa é que sai até amanhã (o decreto) para que a Aneel abra a discussão", disse o presidente da Abradee.
Em 15 de maio, duas fontes do governo federal afirmaram à Reuters que o texto do decreto com as diretrizes para a renovação das concessões de distribuidores de energia estava na Casa Civil, prestes a ser publicado. O tema chegou a ser pautado para a reunião do dia 19 da Aneel, mas, em seguida, foi retirado.
O governo federal deve fazer, em um primeiro momento, uma renovação das concessões condicionada ao cumprimento de metas de qualidade de serviços e de melhora do desempenho financeiro das empresas num prazo de cinco anos.
"O setor não é contra a colocação de indicadores de qualidade para renovar as concessões desde que elas sejam exequíveis e sejam dadas as condições para os investimentos para a melhoria da qualidade", disse o presidente da Abradee.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

"Qualquer um poderia se tornar o 'rei da Bolsa'", diz investidor bilionário

Jeans, camisa e óculos pendurado no pescoço. Quem passa por Luiz Barsi Filho pelas ruas do centro da cidade de São Paulo não imagina que o advogado e economista de 74 anos é um dos maiores investidores da Bolsa brasileira.
Com mais de R$ 1 bilhão aplicados em ações locais e listado em 120º lugar no ranking de bilionários da revista Forbes em 2013, Barsi é uma lenda do mercado disfarçada na imagem de um senhor de cabelos brancos que se camufla diariamente entre os usuários da linha azul do metrô paulista, que usa para ir à corretora em que opera.
Leonardo Soares/Folhapress
Bilionário Luiz Barsi Filho, 74, é um dos maiores investidores da Bolsa brasileira
Bilionário Luiz Barsi Filho, 74, é um dos maiores investidores da Bolsa brasileira
A sua estratégia de sucesso, diz, é usar a Bolsa para construir uma carteira previdenciária com papéis de empresas com bom histórico de pagamento de proventos -fatia do lucro distribuída aos acionistas.
"Assim, quanto mais a Bolsa cai, mais eu ganho", afirma. Isso porque aproveita o valor mais baixo dos papéis para comprar mais e, consequentemente, aumentar a remuneração em proventos.
Barsi critica o incentivo do governo à caderneta de poupança, diz que os brasileiros são acomodados à renda fixa e que conseguiu algo que qualquer pessoa alcançaria.
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Folha - O senhor vem de uma família simples de imigrantes espanhóis. Como se tornou o "rei da Bolsa"?
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Luiz Barsi Filho* - Fiz algo que qualquer brasileiro pode fazer. Basta ter disciplina e paciência. Há 47 anos, comecei a adquirir ações com o objetivo de ter uma carteira previdenciária lastreada em dividendos e juros sobre o capital próprio [fatias do lucro das empresas distribuídas aos acionistas].
A primeira ação que comprei na vida chamava-se Cia. Antarctica Paulista, hoje incorporada à AmBev [setor de bebidas]. Quando resolvi estruturar a carteira de previdência, comprei a Cesp.
Agora, tenho 15 papéis, sendo 12 de maior concentração, como Banco do Brasil, Klabin [papel e celulose] e Ultrapar [diversos setores, como distribuição de combustíveis e químico].
Qual o segredo para escolher as melhores companhias?
Comprar papéis de empresas com bom histórico de gestão e resultados reduz drasticamente o risco. É diferente do que aconteceu com as ações do Eike Batista, que vendeu projetos, fantasias.
O pessoal comprou o quê? Uma imagem. Se você só comprar boas ações e as mantiver, não terá dor de cabeça. Não dá para ser especulador.
O senhor possui 15 empresas no atual portfólio. Não são muitas para quem tem mais de R$ 1 bilhão na Bolsa. Acha importante diversificar?
Uma carteira de previdência na Bolsa não se inicia pegando todo o recurso e distribuindo entre várias empresas. Há um elenco de companhias que pagam ótimos dividendos. Tem de comprar no momento certo.
E qual é o momento certo para comprar outras ações?
A diversificação é uma consequência, não necessidade. Se você comprar Eletrobras agora, por exemplo, ela vai deixar de ser um "dividendo inteligente" quando pagar o dividendo, porque o próximo pagamento será só depois de um ano. Então, esse será o ponto certo para diversificar, procurando um novo "dividendo inteligente".
O senhor se considera parceiro das empresas em que investe. Qual a vantagem em ser parceiro e não o dono de um negócio?
É que ganho sem administrar a empresa. Mas participo. O brasileiro não costuma olhar com esses olhos. Nos EUA, há assembleias de empresas de capital aberto com até 40 mil participantes.
São parceiros que querem estar por dentro, ajudando as companhias a crescer. Lá, isso é bem comum porque eles não têm caderneta de poupança, ou seja, precisam procurar outras formas de ganhar em suas aplicações.
Esse tipo de parceria resiste a momentos de baixa da Bolsa?
Sim, ela se fortalece nas crises. Quando você estabelece um programa de longo prazo, sua torcida é diferente da de quem compra para especular.
No segundo caso, a torcida é para a Bolsa subir. No primeiro -o meu-, a torcida é para a Bolsa cair, para comprar mais. Aí, não se ganha em razão do valor aplicado, mas sim da quantidade.
Se a empresa paga dividendo de R$ 0,10 por papel e você tem 100 ações, o ganho será de R$ 10. E, se tem 1 milhão de ações, lucrará R$ 100 mil.
Mas, quando a Bolsa cai, as empresas também pagam menos dividendos, não é?
Mesmo que as empresas tendam a diminuir o percentual pago em dividendos, você ainda tem a expectativa de receber algo. Não há perda.
O setor elétrico sempre foi visto como bom pagador de dividendos. Essa remuneração aos acionistas caiu após a revisão tarifária. O que o senhor acha disso?
O setor elétrico ainda paga bons dividendos. A Eletropaulo anunciou há pouco o pagamento de dividendo de R$ 0,40 por ação. Essa empresa chegou a pagar R$ 7 de dividendo por ação. Mas isso foi quando o papel custava R$ 40. Hoje, custa R$ 8.
Proporcionalmente, é a mesma coisa. Agora, você pode comprar mais papéis dela. Eu, antes, não tinha Eletropaulo, porque a ação era muito cara. Hoje, tenho.
Se eu pudesse, daria um beijo na boca da presidente Dilma Rousseff. Com essa revisão tarifária, que forçou as companhias elétricas a reduzirem o valor cobrado pela energia, ela derrubou todos os preços [das ações dessas companhias]. Ela criou uma crise no setor e libertou os meus recursos para investir nesses papéis.
Nenhum país vive sem energia. Dilma já está sentindo os efeitos da burrada. Agora, o governo tem de botar a mão no bolso para ajudar as empresas a prosseguir.
Os especialistas colocam a Bolsa como uma aplicação de alto risco. O senhor concorda?
O Collor [ex-presidente do Brasil], em seu primeiro dia de governo, ditou uma lei que acabava com o cruzado novo e instituía o cruzeiro.
Todos tinham aplicações em renda fixa foram encurralados. A partir daquele dia, se você tinha dinheiro no banco, não podia tirar em cruzado novo, porque a moeda era cruzeiro.
Tudo o que era considerado garantido não teve garantia. Por outro lado, aquilo que é considerado de alto risco ficou ileso. Ninguém mexeu com as ações.
Um dia antes da edição do Plano Collor, você vendia ações e recebia em cruzado novo. No dia seguinte, vendia os papéis e recebia em cruzeiro. Não houve nenhum confisco ou bloqueio. Ninguém nunca vai botar a mão nas suas ações.
O senhor fez fortuna na Bolsa, mas a aplicação "queridinha" dos brasileiros é a poupança. Qual sua visão sobre isso?
O brasileiro não norteia suas aplicações para que seja um ganhador. Lamentavelmente, foi induzido a praticar "agiotagem". Empresta para tudo: para o banco, para o governo. Em geral, não há interesse em procurar outros tipos de aplicação.
O que o senhor acha do principal índice da Bolsa brasileira, o Ibovespa?
É apenas um indicador de comportamento e mal constituído, que colocou em sua composição as ações do Eike Batista a R$ 16/R$ 17 e elas acabaram caindo para centavos. Esses projetos do Eike são de difícil recuperação ao longo dos anos.
Eu não compro o índice. Compro bons negócios, já consolidados e com boa expectativa de dividendos.
O senhor não investe em Petrobras. Por quê?
A Petrobras deveria ter 60 mil funcionários, mas tem 250 mil. Então, tenho ações do grupo dono da Ipiranga, que deveria funcionar com 30 mil pessoas e tem 15 mil. É outra filosofia. Dá lucro e paga dividendos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Veja 3 conselhos de investimento que Warren Buffett tem para você

Apostar em fundos de índice é um dos conselhos do maior investidor da história
Por Leonardo Pires Uller  
A A A
SÃO PAULO – Warren Buffett tem diversos conselhos para investidores que se resumem a um principal: se supere. Pare de achar que existe uma fórmula mágica secreta para fazer toneladas de dinheiro do dia pra noite e que você pode descobrir isso por ser mais inteligente que qualquer investidor. Na verdade, as sugestões dele parecem indicar que o caminho para ficar rico é ir com calma e determinação, afirma a colunista Minda Zetlin do site estadunidense Business Insider. A colunista lista três itens que dão uma ideia dos conselhos do Oráculo de Omaha.
1 – Coloque seus investimentos de longo-prazo em fundos de índice
Isso é o que Buffett afirma recomendar para o dinheiro que deixar para sua esposa. O plano dele é deixar 10% do dinheiro em títulos do governo dos EUA de curto prazo e os outros 90% em um fundo de índice que acompanhe o S&P 500 de baixo custo.
“Eu acredito que os resultados dessa política de investimento no longo prazo serão superiores à maioria dos investidores – sejam fundos de pensão, institucionais ou individuais, que empregam gestores de alto custo”, ele adiciona.
Provavelmente ele está certo sobre isso. Pesquisas parecem apoiar a noção de que fundos de índice superam fundos ativos, inclusive os fundos mútuos, na vasta maioria de tempo. A lógica é simples: uma vez que os fundos de índice são passivos, é só uma questão de comprar todos os papéis em um índice. Os custos são muito menores do que com um sofisticado planejador financeiro.
Fique atento, porém, à expressão “longo-prazo”. O mercado de ações pode quebrar e levar anos para se recuperar de novo. Para colher os retornos, você deve ter tem e disciplina para deixar o dinheiro no fundo de índice e esperar o ciclo de queda.
2 – Aprenda a poupar
Buffett dividiu esse insight durante um especial na televisão no ano passado. “Eu penso que o maior erro é não aprender o hábito de poupar corretamente cedo. Porque poupar é um hábito”, ele disse.
Outro grande erro, ele adicionou, é tentar ficar rico cedo. “É bem fácil se dar bem indo aos poucos, mas não é fácil ficar rico rapidamente”, afirma. Vale lembrar que uma dica importante nesse caso é separar o dinheiro que será poupado logo que o salário cair na conta, seja fazendo isso todo mês, seja programando aplicações automáticas, uma vez que assim, o investidor acaba vendo esse dinheiro como uma “despesa” e programa seus gastos sem contar com ele.
3 – Quando o preço de uma ação cair, compre. Não venda       
Buffett seguiu seu próprio conselho ano passado quando perdeu US$ 2 bilhões em uma questão de dias quando resultados decepcionantes derrubaram o preço de alguns dos maiores investimentos dele. Mas, como ele disse publicamente, investidores que saem quando uma ação cai se privam da chance de recuperar o dinheiro perdido quando ela subir novamente.
Buffett disse que gosta de mercados de queda, e quando mais os preços caem, mais ele gosta de comprar. Mas, em geral, seu conselho para comprar depende das companhias, indústrias e modelos de negócio que você realmente entenda.
“Se você me disser que o mercado vai cair 500 pontos na semana que vem, eu compraria os mesmos negócios e ações ontem”, ele explicou. “Eu não sei como dizer o que o mercado vai fazer. Eu sei como escolher negócios razoáveis para gerir por um longo período de tempo”, encerra.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Assim, o InfoMoney entrevistou o economista da Compliance Comunicação, Clodoir Vieira, que selecionou para montar uma carteira com as melhores empresas para se investir em dividendos neste ano. Confira a lista:
1. AES Tietê (GETI4)Desempenho em 365 dias: +4,16%Para Clodoir, as ações do setor de energia voltaram a ter boa performance e distribuição regular de dividendos. "São empresas consolidadas e que têm tido uma política de dividendos muito boa nos últimos cinco anos. Então acho que mesmo que o PIB fique no zero a zero, não vai afetar tanto essas empresas", disse o economista, que ainda citou como carcaterística positiva da AES, o fato de ela fazer transmissão, que, segundo ele, é quase uma renda fixa. "A energia vai ter que passar pelo fio de qualquer jeito". 
2. Cemig (CMIG4)Desempenho em 365 dias: +4,37%Cemig é outro papel que, para Clodoir, tem chance de performar bem, uma vez que, assim como as demais elétricas ela se recuperarou de quedas nos últimos anos, subindo ao longo de 2014. Contudo, o grande diferencial da elétrica mineira é o seu posicionamento dentro do setor. "A Cemig está muito bem posicionada, ela tem geração, transmissão e distribuição", explicou. 
3. CCR (CCRO3)Desempenho em 365 dias: +3,21%A concessionária de rodovias, CCR, está bem posicionada no setor e se o fluxo dela cair com a desaceleração da economia este ano, cairá muito pouco, de acordo com o economista. A empresa detém concessões importantes como a Rodovia Presidente Dutra, que liga São Pauloe Rio de Janeiro. 
4. Ecorodovias (ECOR3)Desempenho em 365 dias: -5,92%Assim como a CCR, a Ecorodovias, deve manter o seu fluxo de caixa, segundo o economista. As duas tem um bom histórico de pagamento de dividendos, explicou Clodoir. Por isso, mesmo com o desempenho ruim na Bolsa, ambas acabam sendo opções fortes para o investimento a longo prazo (pelo menos mais de um ano). A
5. Itaú Unibanco (ITUB4)Desempenho em 365 dias: +31,29%Maior instituição financeira privada do País, o Itaú tem mostrado ótimos resultados nos últimos anos com seu programa de redução de custos para melhorar sua eficiência. Além disso, o setor financeiro atua como uma proteção natural em um cenário de alta de juros. 
6. Odontoprev (ODPV3)Desempenho em 365 dias: +18,90%Clodoir lembra que o setor de medicina e saúde tem mostrado bastante crescimento no Brasil. Além disso, o economista destaca como características positivas da Odontoprev a resiliência de sua demanda, uma vez que os planos de saúde focados no cuidado dentário não são caros e a necessidade das pessoas de saúde não muda tanto com o tempo. Para quem está nas primeiras aulas de economia, poderia se dizer que a demanda da empresa tende a ser mais inelástica.
7. Telefônica Brasil (VIVT4)Desempenho em 365 dias: +15,48%Praticamente uma unanimidade entre as recomendações, a Telefônica é citada como uma empresa que tem um investimento muito forte em tecnologia. Para Clodoir, ela tem o diferencial de estar bem posicionada tanto no segmento de telefonia fixa quanto no de telefonia móvel, estando bem preparada também para a fase de transmissão de dados por fibra óptica. "O dividend yield (dividendo pago por ação/cotação da ação) médio da empresa nos últimos 8 anos está em 8,80%, o que é muito alto". 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Multimilionário americano dá 5 dicas para você ficar rico investindo

Uma das dicas é procurar investimentos com taxas menores
Por Leonardo Pires Uller  
A A A
SÃO PAULO – Não é preciso ser um mago das finanças ou ganhar na loteria para aumentar seus ganhos. Alguns movimentos inteligentes já podem fazer as pessoas mais ricas. Em seu novo livro ainda sem tradução para o português, “Money: Master The Game” (Dinheiro: Domine o jogo, em tradução livre), o guru Tony Robbins divide cinco estratégias centrais para atingir suas metas financeiras de maneira mais rápida. A colunista Jenna Goudreau, do site Business Insider comenta essas estratégias.
1 – Poupe mais e invista a diferença
Poupar pode não parecer a coisa mais legal do mundo, mas é uma estratégia muito efetiva para aumentar suas economias. Se você achar uma maneira de guardar mais dinheiro e investi-lo bem para compor renda, você dramaticamente acelerará sua corrida para atingir suas metas financeiras.
Uma maneira de economizar bastante dinheiro, por exemplo, é tentar pagar uma entrada maior por sua casa e fazer o financiamento por menos tempo e, assim, gastar muito menos com juros ao longo dos anos. Afinal, juros são bons quando usamos a nosso favor, ganhando nos investimentos.
2 – Ganhe mais e invista a diferença
Uma das maneiras mais rápidas de ter mais dinheiro é fazer mais dinheiro. Robbins afirma que a chave para aumentar sua renda é se tornando mais "valioso". Se pergunte: você está em uma companhia e cargo em que suas habilidades são demandadas? Você pode pedir um aumento? Você pode ter outras formas de renda fora de seu trabalho? Se você se comprometer a ganhar mais, vai achar caminhos para isso. Com uma salário maior, você poderá procurar bons investimentos que farão uma grande diferença para aumentar seu patrimônio.
3 – Diminua suas taxas e invista a diferença
“Não é o que você ganha que importa, mas sim o que você mantém”, diz Robbin. A diferença entre investir em fundos mútuos de alto custo e investir em fundos de índice baratos que seguem todo o mercado pode custar muito dinheiro ao longo de décadas. Portanto, pesquise as taxas cobradas e o retorno histórico dos fundos e opte por aqueles que cobram taxas menores e que vão lhe garantir um retorno médio maior no longo prazo.
4 – Procure rentabilidade melhor
Qual é a diferença entre uma rentabilidade de 10% e uma de 4%? Uma de 10% dobra seu investimento a cada 7,2 anos, enquanto uma de 4%  só faz isso em 18 anos. É uma diferença muito grande. Enquanto muitas pessoas acham que o segredo para ter grandes retornos é tomar grandes riscos, Robbins afirma que investidores de muito sucesso buscam grande potencial de alta com baixo risco, como os títulos públicos de renda fixa oferecidos no Brasil, por exemplo.
5 – Mude seu estilo de vida
Você pode ter uma vida de luxo caso queira se mudar para uma cidade ou país mais barato.São Paulo e Rio de Janeiro são as cidades mais caras do Brasil e constantemente aparecem em listas como duas das mais caras no mundo. Além disso, existem outras maneiras de ser mais eficiente, mudando pequenos hábitos do cotidiano.